Estando eu sentado no banco do anfiteatro das Farmacologias da secular Universidade de Coimbra, quando, de repente, me acordaram do entorpecimento pós-prandial pelo qual passava o meu espírito e o meu corpo, com a seguinte expressão: “o curso de Ciências Farmacêuticas, acima de tudo, ensina os seus alunos a pensar…”. E eu pensava com os meus botões “olha agora, como não quer responder às nossas perguntas, brinda-nos com esta expressão filosófica à Gustavo Santos, e nós que nos desenrasquemos…” E o curioso é que foram vários professores, mais ou menos ilustres, que lançaram esta pérola à turba ávida de sabedoria e de shots de tequila a um euro no Moelas. Com o passar dos anos, fui comprovando que se tratava de uma frase acertada.
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