Considera ser “um homem de sorte” a quem surgiram oportunidades “sem prever ou calcular”. Serve de exemplo a presidência do Infarmed, onde permaneceu mais anos do que os últimos presidentes porque, na sua perspetiva, “tinha uma capacidade de manobra diferente” e não era um “yes-men”. Em 2001 foi eleito bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, sendo este mais um dos cargos que não esperava ocupar. E, no que a títulos e distinções diz respeito, recentemente, foi reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto.
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