“A dosagem que utilizamos em imunoterapia para os doentes pode ser maior do que aquela que necessitamos e isso tem implicações muito importantes.” Quem o destaca é o Prof. Doutor João Gonçalves, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, que marcou presença na sessão plenária “Perspetiva da Farmacometria na Imunoterapia”. A questão base é: dose personalizada ou dose fixa, no caso da imunoterapia? O especialista, em entrevista, refere que se deve utilizar os recursos de forma mais eficaz e personalizada a cada doente. Veja o depoimento.
Por favor faça login ou registe-se para aceder a este conteúdo