“O nosso objetivo enquanto farmacêuticos hospitalares é chegar ao doente, perceber o que precisam, tentar que adiram à terapêutica.” Quem o destacou foi a Dr.ª Paulina Aguiar, farmacêutica no Centro Hospitalar Universitário do Porto, no âmbito da sua intervenção sobre a “gestão integrada do doente de esclerose múltipla: a evolução da consulta farmacêutica”, no XIV Congresso Nacional da APFH. Em entrevista, a especialista refere que, apesar de ser esse o principal objetivo, são poucos os doentes que cumprem totalmente o tratamento. Assista ao vídeo.
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