Diversos parceiros da saúde assinaram uma tomada de posição onde pedem a aprovação de legislação que limite ao máximo de 3% o desconto permitido sobre a parte não comparticipada de medicamentos sujeitos a receita médica (MSRM). Propõem, ainda, a discussão do tema pelos parceiros da saúde, a tutela e a Autoridade da Concorrência, bem como a integração do tema nas agendas dos partidos políticos.
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